Tipos de amostras usadas para diagnosticar a leucemia mieloide aguda (LMA)
Se os sinais e sintomas ou no exame físico se suspeitar de leucemia mieloide aguda, o médico solicitará exames complementares de sangue e da medula óssea para confirmar o diagnóstico.
Amostras de sangue
As amostras de sangue para biópsia da leucemia mieloide aguda são geralmente coletadas a partir de uma veia do braço.
Amostras da medula óssea
As amostras de medula óssea são obtidas a partir de dois exames que normalmente são realizados ao mesmo tempo: a aspiração da medula óssea e a biópsia da medula óssea.
As amostras são geralmente colhidas no osso da pelve, embora em alguns casos, possam ser colhidas do esterno ou outros ossos. Se apenas uma aspiração for feita, a amostra pode ser retirada do esterno.
A biópsia da medula óssea é geralmente feita logo após a aspiração, com a remoção de uma amostra do osso com uma agulha.
Punção lombar
A punção lombar procura por células leucêmicas no líquido cefalorraquidiano, que envolve o cérebro e a medula espinhal.
Nesta técnica, o médico, após anestesiar uma área na parte inferior da coluna vertebral, insere uma agulha entre os ossos da coluna para retirar uma pequena quantidade do líquido.
A punção lombar não é realizada para diagnosticar a leucemia mieloide aguda, a menos que o paciente apresente sintomas que poderiam ser provocados pela disseminação de células cancerígenas para o sistema nervoso central.
A punção lombar é às vezes utilizada para administrar drogas quimioterápicas no líquor, para prevenção ou tratamento de metástases na medula espinhal e cérebro.
Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Biópsia e Citologia das Amostras.
Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 21/08/2018, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.